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Neste sábado (19), das 00h01 às 22h, a Justiça Federal em Pernambuco (JFPE), fará uma parada para manutenção elétrica do Datacenter, provocando o desligamento dos sistemas.  Devido à parada, todos os serviços disponibilizados via internet ficarão indisponíveis, tais como:  PJE, Creta, Tebas, Correio Eletrônico etc. Não sendo possível, desta forma, nenhum tipo de consulta processual, consulta ao contracheque, emissão de certidão negativa, entre outros.

Os serviços serão normalizados a partir das 22h do sábado.

Graças a ação conjunta do Centro de Inteligência da Justiça Federal em Pernambuco (JFPE) e do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), os cartórios de Pernambuco passaram a cumprir, desde novembro de 2018, o Provimento n.º 009/2018 do TJPE, que reduz o prazo para que Oficiais do Registro Civil de Pessoas Naturais do Estado de Pernambuco remetam a comunicação dos óbitos ao  INSS, registrados na Serventia, no prazo de 24 horas.

A iniciativa, que tem como objetivo evitar o pagamento de benefícios a pessoas falecidas, já representou uma economia aos cofres do INSS de cerca de R$ 2,4 milhões apenas em Pernambuco. Os dados foram repassados pelo Sistema Nacional de Informações de Registro Civil (SIRC) no INSS na última quarta-feira (09). A ideia será encaminhada ao Centro Nacional de Inteligência da Justiça Federal, com o intuito de implementar idêntica medida nacionalmente, visando amenizar os prejuízos do Sistema de Previdência Social gerados por pagamentos indevidos.

De acordo com a Divisão de Integração de Cadastros do SIRC, mesmo com o cumprimento do art. 68 da Lei n.º 8.212/91, Lei Organica da Seguridade Social, que estabelece até o dia 10 de cada mês para que os cartórios enviem os registros de óbitos,  o prazo médio de envio das informações de óbitos pelos cartórios era de 20 dias, gerando pagamentos indevidos. “ Em maio de 2018, o pagamento pós óbito, por conta de informações prestadas fora do prazo legal, gerou um prejuízo na ordem de R$ 2.443.172,00. Já o pagamento indevido mesmo cumprindo art. 68 da Lei n.º 8.212/91 (excluindo os enviados em 24 horas), alcançou a quantia de R$ 682.636,00 (em tese, mesmo observando o prazo previsto em lei, por ser muito longo, há possibilidade de pagamento de duas competências indevidas, ou até a terceira, se o prazo incidir no período de pagamento do décimo terceiro)”.

Já em novembro, após aplicação do Provimento n.º 009/2018, “foram inseridos no SIRC 4.279 registros de óbitos, sendo que 32,22% (1.379) foram enviados em 24 horas e só 62 certidões foram enviadas fora do prazo legal (1,45%). Restou apontado que 4.217 certidões de óbito foram enviadas dentro do prazo do art. 68 da Lei n.º 8.212/91, todavia, a média de envio das informações pelos cartórios caiu para 6 dias”, relata o INSS. Ainda de acordo com o relatório, levando-se em conta que o INSS gera, em média, 13 competências com o pagamento de benefícios (com exceção do amparo social), e tomando-se por base a média encontrada no mês de novembro de 2018, há um potencial de redução de prejuízo direto superior a 30 milhões de reais, por ano, só no Estado de Pernambuco.

De acordo com o magistrado federal Luiz Bispo, presidente do Centro de Inteligência da JFPE, “de fato, a medida se revela consentânea com a presente realidade em que a informação flui instantânea, por conta da massificação do acesso à internet, não se justificando, pois, a subsistência do extenso e vetusto prazo do art. 68 da Lei n.º 8.212/91, uma regra prevista há quase 30 anos, que já se evidencia ultrapassada e contrária a uma gestão eficaz dos recursos públicos”.

Neste domingo (9), das 00h às 18h, a Justiça Federal em Pernambuco (JFPE), fará uma parada elétrica geral, provocando o desligamento dos sistemas.  Devido à parada, todos os serviços disponibilizados via internet ficarão indisponíveis, tais como:  PJE, Creta, Tebas, Correio Eletrônico etc. Não sendo possível, desta forma, nenhum tipo de consulta processual, consulta ao contracheque, emissão de certidão negativa, entre outros

Os serviços serão normalizados a partir das 18h do domingo.

A Justiça Federal em Pernambuco (JFPE) aderiu à campanha anual da Orquestra Criança Cidadã, que objetiva a captação de patrocínio por meio da Lei n° 8.313/91. A Lei Rouanet, como é amplamente conhecida, permite que pessoas físicas e jurídicas possam deduzir integralmente até 6% e 4%, respectivamente, do Imposto de Renda devido.

A Orquestra Criança Cidadã é um projeto social gerido pela Associação Beneficente Criança Cidadã (ABCC). Idealizado pelo juiz de Direito João José Rocha Targino, o programa, em funcionamento desde 2006, visa ao resgate social de crianças carentes através da música. A primeira comunidade escolhida foi o Coque, um dos bairros mais violentos e de menor Índice de Desenvolvimento Humano do Recife. Para conhecer o trabalho da Orquestra Criança Cidadã, basta acessar: www.orquestracriancacidada.org.brou agendar uma visita ao projeto.

Como doar

A doação pode ser realizada por depósito identificado ou transferência identificada para a conta 79.088-5, agência 1245-9, no Banco do Brasil, em nome de “MinC Pronac 184.736”. No preenchimento dos códigos de identificação, deve-se digitar o CPF ou o CNPJ do aportador no campo de identificação 1. Já no campo de identificação 2, deve-se digitar o número “1”, para pessoas jurídicas, ou “2”, para pessoas físicas. O campo 3 não precisa ser preenchido. Depois, basta enviar o comprovante para o endereço de e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. e aguardar o recibo de mecenato que será providenciado pela orquestra e cujo número deve ser informado na próxima declaração do IR. Acesse aqui o vídeo explicativo.

Em audiência admonitória realizada na manhã desta sexta-feira (07), na sede da Justiça Federal em Pernambuco (JFPE), a juíza titular da 36ª Vara Federal, Carolina Malta, sentenciou Eduardo Chianca a cumprir o restante da pena em regime de liberdade condicional. Até 30 de agosto de 2019, o engenheiro eletrônico deverá cumprir algumas condições restritivas, como comparecimento mensal à Justiça Federal, além de solicitar autorização para viagens nacionais e internacionais, comunicar mudança de endereço e recolher-se à sua residência até as 22 horas diariamente.

Eduardo foi condenado em 2016, a três anos de prisão pela Justiça Russa, por tráfico de drogas.  O pesquisador foi preso no aeroporto de Moscou, portando quatro garrafas contendo ayahuasca, chá utilizado em rituais indígenas que contém substância alucinógena considerada ilegal pelas leis russas. O réu chegou a cumpriu pena em regime fechado na Rússia por dois anos e quatro meses.

Trata-se do instituto de transferência de pessoa condenada no exterior para cumprimento do remanescente da pena no Brasil, nos termos da Lei de Imigração (Lei 13445/17), em que não se discute a sentença do processo original, mas apenas a forma de cumprimento do tempo remanescente, seguindo as normas brasileiras.







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